Aqui: Início Encontro de Maio Relatório do VII Encontro de Formação para Formadores, Psicólogos e Psicopedagogos (2011)

Relatório do VII Encontro de Formação para Formadores, Psicólogos e Psicopedagogos (2011)

Data do Encontro: 12 a 15 de Maio de 2011

 

:: Dia 12:

A assessoria do referido encontro ficou a cargo do Pe. Victor Hugo Silveira Lapenta, missionário redentorista. Pe. Victor fez a Escola de Formação da Universidade Salesiana – Roma e a Escola Superior de Psicanálise, bem como o Curso Livre de Psicologia na Universidade Louvaina na Belgica, além de cursos diversos, de curta duração, pertinentes a sua formação. O citado padre também articulou o Grupo de Assessoria Psicológica da CRB nacional.

No decorrer do dia chegaram os participantes e as 18h30 tivemos o jantar. As 20h00 iniciamos oficialmente o encontro com a apresentação de todos, dizendo da sua origem, trabalho e expectativas para o encontro.

Em seguida aconteceu a distribuição das tarefas para o bom andamento do encontro: liturgia, com diversos participantes, e secretaria sob a nossa responsabilidade (cujos nomes se encontram ao final do texto). Passou-se então a elaborar o cronograma do evento, ficando assim dividido: pela manhã café, laudes, colocação do assessor, microfone livre para os participantes; a tarde, reunião de grupo, plenário e missa; a noite, fechamento do dia por parte do assessor, a exceção de sábado a noite pois dar-se-á a nossa confraternização; no domingo, missa com laudes, café, avaliação e almoço de encerramento. A agenda do encontro, ficou assim definida:

Definição coletiva dos horários e atividades

            7h30min à café da manhã

            8h à Laudes

            8h30minà Início das atividades (exposição)

            10h à intervalo

10h30min à plenária interativa (colocações, discussões e elucidações );

12h à intervalo (almoço)

14h à retorno plenária, trabalhos de grupo

15h30m0n à Missa

19h à jantar

20h à Exposição e fechamento dos assuntos do dia

22h à Encerramento dos trabalhos

 

Logo após o assessor fez uma colocação acenando para a sua proposta de trabalho e desejando a todos boa participação. Isso posto, o representante da Osib no encontro, Pe. Elisvaldo, fez as orações finais.

 

:: Dia 13:

 

PERÍODO DA MANHÃ

 

Foi solicitado, pelo Pe Elisvaldo, que cada participante colocasse na lista, que estava circulando, seu nome e e-mail para futuros contatos: a referida lista segue em anexo a este relatório. Em seguida o assessor tomou a palavra afirmando: “existe a proposta da Osib para o encontro e a realidade dos participantes do mesmo que é mais ampla”. Passou então a fazer as suas considerações:

A formação dos presbíteros é uma preocupação da Igreja desde o seu inicio, buscando formar pessoas competentes, chamadas por Deus e capazes de responder a Ele, e que atendessem as necessidades da comunidade. E em vista da mutabilidade da realidade, sempre se impunha a pergunta: qual presbítero, para qual Igreja¿

Mas a formação também procurava responder aos desafios para Igreja: busca de posição social, corrupção, necessidade de reformas, etc. Em resposta a tais desafios vão surgindo ventos de reforma: a inspiração monástica, Francisco, Domingos... E o próprio Concílio de Trento com a exigência do Seminário como lugar de formação.

De Trento ao Vaticano II temos o Seminário como lugar de afastamento do mundo para formar os sacerdotes, já a partir do Vaticano II vê uma concepção de Seminário aberto à realidade do mundo e da Igreja. Então, como deve ser a formação agora¿

A mudança de mentalidades e de práticas não foi fácil (basta ver a dificuldade em aceitar a contribuição das ciências humanas para a formação, como no caso da psicologia), pois uma metodologia predominante sempre foi a repetição de modelos de pessoas.

A realidade brasileira é desafiadora para o processo formativo. O Vaticano II alterou com seus documentos (de forma especial Optatam Totius e Presbiterorum Ordinis) o modo de ser padre, assim as novas Diretrizes para a Formação dos Presbíteros, alicerçadas no Vaticano II, apresentam-nos um novo rosto para a formação. Hoje a formação precisa:

- Valorizar a cultura

- Olhar as necessidades dos formandos;

- Usar bem a contribuição das ciências humanas;

- Possuir equipes co competências complementares;

- Estar atenta para a dialética novo versus tradição;

- Saber que a formação é um processo em construção;

- Entender que o bom seminarista não é aquele que se esconde, e sim o que busca cobra, mas também ouve e procura entender;

- Aplicar uma formação humano-afetiva eficaz;

- Estar atenta as necessidades da Igreja local;

- Abrir-se aos demais responsáveis pela formação: família, juventude, paróquia, etc;

- Lembrar do fundamental na formação: formar presbíteros discípulos-missionários.

 

Os profissionais devem ser pessoas competentes, além de apenas ter bom senso, com as ciências humanas percebe-se a importância de uma equipe complementar competente, adotando a sã psicologia. Esta questão deste adjetivo se deve à razão histórica de que a psicologia já haver estudado a religião formulando teorias que não consideravam o sagrado na religião. A igreja via como agressivas à religião e ainda hoje há manifestações nesse sentido materialista.

Assim, mesmo o formador da casa de formação, não precisa ser apenas um bom padre, mas precisa ser também um bom formador, com capacitação para isto e que saiba trabalhar em conjunto;

A formação passa por um processo duplamente dialético: passa pelos princípios da tradição de fé e pela necessidade da transformação das exigências atuais. Também um contexto concreto, por aqueles que buscam renovação que respondam a novas situações e os conservadores. É nesse contexto que se deve construir a nova forma de atuação.

Citação: João Batista Libânio à “A volta a grande disciplina”

Antes o papel era: Do Formador à formar e do Formando à deixar-se formar.

Hoje o novo contexto aponta para um formador e formando ativos e não passivos, que se fazem sujeitos, onde há participação. Vê-se o novo perfil de seminarista que dialoga, questiona e participa da sua formação.

A pergunta: para que tipo de presbítero a formação deve caminhar

Ênfase deve ser dada à formação humana. Este é o alicerce da formação presbiteral. Somente bem desenvolvido como pessoa o presbítero poderá desempenhar um bom trabalho.

            Consciência de renovaçãoà que deve ser responsabilidade de toda comunidade: a família, juventude, movimentos, comunidade.

“É o padre desta gente que deve ser formado!” (Pe. Vitor Hugo)

            Que o presbítero seja verdadeiramente modelo de Jesus Cristo. Como está acontecendo igreja nesta região – isto não pode ser perdido. Não pode ser perdido o jeito de ser dos presbíteros que estão aí.  Há um ideal que chama modelos a serem perseguidos sempre, que inspira. Não pode ser perdido o entendimento sobre: Que tipo de padre nossa comunidade anseia Há uma tendência ao estado laico, reafirmando então a necessidade da formação de um sujeito inquieto que tenha voz e exponha o que acha que é certo e deve ser feito e não se acomode.

 

              MOMENTO DE PARTILHA (Colocações)

 

              Neste momento as colocações foram em torno do real objetivo do encontro, como é a ligação seminarista / família e os papéis dos profissionais.

              Desponta-se um novo perfil de seminarista – alguns já com nível superior, maturidade, mais idade...

              Internet: formar para o uso consciente

              Como início para fechamento dos debates da parte da manhã:

              O seminário é responsável por todos, não somente pelos que se tornarão presbíteros. O ex-seminarista é motivo de acompanhamento. Muitos deles têm frustrações de não ter conseguido ser padre. Talvez tivessem a vocação de ser seminarista e não padres. E que eles tem um papel na sociedade, família ou trabalho.

 

              PERÍODO DA TARDE

          Os grupos se reuniram pelo critério do nível de formação nos quais atuam: Propedêutico, Filosofia e Teologia.

 

          Nos grupos, o comando foi:

 

          1) Relacionar até 4 (quatro) desafios retirados das Diretrizes para Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil, dentro do tópico: Desafios em mudança de época (pág. 22 a 27). Como estes tem se apresentado na prática Como está intervindo

          2) Que espaço abrem para atuação profissionais e formador Quais as possíveis pistas para solução

 

          3) Afirmativa ou questionamento sobre algum aspecto tratado

 

  • Grupo Propedêutico:

          Abordou os tópicos 17 e 22 sobre os desafios em mudança de época, que falam sobre:

          Tempo à - qual o papel do propedêutico

                          - a consciência histórica deve ser trabalhada em que o seminarista receba orientação sobre o hoje, sua vocação e não viver apenas no amanhã, já se projetando enquanto padres;

                          - Que o diretor espiritual, não seja, no próximo ano, formador do seminário.

 

  • Grupo da Teologia:

          Desafio à tópico 15

          “O presbítero é atingido pelos desafios da cultura atual. Vive-se uma mudança de época que além de alterar paradigmas estabelecidos, prescinde ou nega os valores;

          Diagnóstico: - Juventude apática, mórbida, conformada, fria, provisória, assujeitada, sem

                                  Vínculo com uma construção coletiva, grupal, social, fraterna.

                                - há uma má fé, pois o outro determina o que se deve fazer e como se deve ser.

          Pistas para solução: - Despertar para um compromisso fiel através de um diálogo;

                                            - tornar o presbítero sujeito de sua história;

                                            - Buscar reconhecer seus atos, responsabilizando o presbítero com toda

                                               liberdade, pelos seus feitos.

                                           - formar na autonomia.

 

          Desafio à Tópico 20

          “Relações horizontais e abertas...”

 

          Diagnóstico: - poder autoritário X poder de autoridade

                        Heteronomia X autonomia

 

          Formadores: - são novos, inexperientes, narcisistas, centrados em si mesmo, juízes;

                                 - criam temores (navalha que vai passar)

                                 - geram perdas de lideranças, frieza, fechamento, individualismo (não há

                                   colaboração);

                                 - proporcionam reprodução de valores negativos.

          Pista para solução:  - autoconhecimento

                                           - separação dos limites (barreiras pessoais);

                                           - abertura para um trabalho multidisciplinar;

                                            - abertura para receber críticas;

                                           - trabalhar com as dimensões: afetividade X limites

 

          Desafio à Tópico 21

          “... a falta de vida espiritual intensa fundada na caridade pastoral, que se nutre na experiência pessoal com Deus e na comunhão com os irmãos, a falta de cultivo de relações fraternas com o bispo, com os demais presbíteros fraternos com o bispo, com os demais presbíteros da diocese e com os leigos...”

          Diagnóstico à formador: solitários, abandonado, desgastado.

 

          Pistas para solução: - Perceber que ser formador é vocação;

                                             - descobrir os vocacionados para esta função

                                             - receber apoio dos demais;

                                             - não ser solitário, mas solidário.

  • Grupo Filosofia

 

A discussão foi em torno das diretrizes de nº 18, 20, 21, como segue:

 

- quanto à questão da valorização dos recursos tecnológicos, marketing, visibilidade e também obtenção de aplausos e a “religião como espetáculos”, é preciso o olhar e a intervenção e orientação por parte dos formadores.

- a realidade rural de alguns seminaristas foi abordada sob o ponto de vista das condições financeiras quando do ingresso, porém com o curso observam sem transformações no que se refere a comportamentos mais exigentes chegando a geram vaidades em relação a coisas e situações;

- em alguns casos, os seminaristas não desejam retornar as suas famílias devido à exigência e a vaidade adotada;

- o problema às vezes não é o seminarista, e sim como é o modelo que estamos formando diante das vaidades (rápido aburguesamento);

- abordou-se o vinculo do pároco com os seminaristas (relação paternal – domínio sobre a formação),

- desafio de mediar: o formando, a equipe de formadores e o clero;

- foram aplicados testes psicológicos de inteligência, personalidade e de orientação profissional e os níveis encontrados foram muito abaixo da média nacional das pesquisas dos testes e isso é um dado preocupante.

- por meio do trabalho dos psicólogos foi percebida a necessidade de se trabalhar a terapia individual, não somente no grupo, devido à imaturidade diante da caminhada;

- as perversões muitas vezes iniciam-se dentro do seminário e não na comunidade; perversão às vezes sexual, financeira e moral.

- questões morais e de estrutura de personalidade, não podem se esbarrar somente na sexualidade, mas nas questões de consumo e de estrutura de personalidade patológicas;

- buscar viver o celibato de forma tranquila e madura, aprendendo a lidar com as dimensões humanas afetivas, clero e incorporar a missão pastoral é o ideal, porém muitas vezes não acontece na atualidade;

-Pistas: mais espaço de diálogo troca de experiência, partilham evolução e avaliação da formação.

 

 

PERÍODO DA NOITE

              O encontro teve início com o fechamento dos trabalhos realizados nos grupos na parte da tarde. Cada grupo expôs sobre a afirmativa ou questionamento dos aspectos tratados. O assessor fez as considerações e questionou a todos sobre o papel dos profissionais que atuam junto à formação. Os psicopedagogos fizeram uma exposição sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido no seminário e o espaço para sua atuação. Uma das psicopedagogas, em vista de ajudar a assembléia, conceituou a Psicopedagogia:

“A Psicopedagogia é uma área de atuação com foco no processo de aprendizagem e suas dificuldades. Tem, portanto, um caráter preventivo e terapêutico. Preventivamente deve atuar não só no ambiente escolar, mas alcançar a família e a comunidade, esclarecendo sobre as diferentes etapas do desenvolvimento para que possam compreender e entender suas características. Evitando assim, cobranças de atitudes ou pensamento que não são próprios da idade. Terapeuticamente a Psicopedagogia deve identificar analisar, planejar, intervir, através das etapas do diagnóstico”. (texto extraído de o Instituto Saber, 2006)

               Os psicólogos começaram a falar sobre sua forma de atuação, o que tem sido feito. Foram percebidas atuações bem diferenciadas. Algumas com o formato apenas clínico e sem contato com a equipe de formadores. Outros atendem no seminário e fazem parte da equipe e reuniões de formação. Alguns dão aula outros atendem apenas em clínica. Alguns trabalham com técnicas grupais, outros atendem apenas individualmente.

 

:: Dia 14:

 

Iniciamos o dia com o café, em seguida as Laudes e o começo dos trabalhos do dia.

O assessor tratou do papel dos profissionais psicólogos e psicopedagogos. Começou por tratar do papel da análise institucional, apontando de que forma a mesma permite um diagnóstico da instituição (e de outras) revelando seus pontos positivos e negativos. Tratou também do Seminário que às vezes se equipara as instituições totais (manicômios, prisões, etc) na visão de alguns profissionais da psicologia social. Hoje a instituição seminário é visto como integral e não total.

Indicou a leitura do livro: Presbíteros em Formação - Gesus dos Santos. Enfatizou que a atuação no seminário requer uma formação que não pode ser vista apenas do ponto de vista pedagógico, psicológico ou social, mas também possuidora de um aspecto divino. Visto formar pessoas para uma atuação especifica que supõe capacidade de comunhão dentro da realidade maior que é a igreja.

Desafios para formação: muitas vezes ficamos presos ao que é dito sendo que esse dito expressa um conformismo por parte do seminarista, porém, devemos estar atendo ao não dito (temas tabus) como, por exemplo: celibato, relação de poder e ambição pelo sacerdócio.

 

Novamente o assessor abriu para a fala dos participantes onde uns dos mesmos tomou a palavra e fez considerações sobre: a quem se dirige a nossa fala OSIB qual seu papel, OUTRAS INSTANCIAS Nesse momento outro tomou a palavra e apontou caráter de improviso do encontro e dificuldade de comunicação entre a diretoria e os participantes, além da desatualização do site.Falas estas que encontraram ressonância na assembléia. O assessor despediu-nos para o café e logo após retomou a palavra passando a tratar da formação da identidade do formando. O candidato vem para a instituição com uma identidade que é fruto do meio ambiente, inclusive familiar e no seminário depara-se com a necessidade de adquirir outra identidade: a de formando. Esta e alicerçada numa determinada visão de igreja (autonomia X Heteronomia, a questão do outro, da obediência, maior ou menor abertura, etc), esta quebra na identidade supõe que o processo formativo ajude-o a internalizar os novos valores, fazendo-os refletir basicamente em três questões:

- Quem sou eu

- Como me vejo

- Como o outro me vê

 

Mencionou sobre o senso de pertença pelo qual o seminarista passa ao longo de sua vida: familiar, social, seminário e vida sacerdotal. Quesito fundamental na realização do projeto de vida que culmina no sacerdócio. Após esta exposição, dispensou-nos para o almoço.

 

 

PERÍODO DA TARDE

 

Pe. Victor Hugo abriu à plenária entregando para cada pessoa a relação dos quesitos necessários para ser um astronauta (NASA). A partir deste texto, solicitou que a platéia se dividisse em quatro grupos. Desde vez a divisão foi por área de atuação e nível de atuação no seminário. Cada grupo deveria compor um cartaz contendo pontos positivos e negativos de um seminarista.

Os grupos apresentaram:

 

GRUPO 1 à Psicólogos e Psicopedagogos do Propedêutico e Filosofia:

 

PONTOS POSITIVOS

PONTOS NEGATIVOS

Sociabilidade

Passividade

Auto confiança

Conformismo

Flexibilidade

Falta de comprometimento

 

 

GRUPO 2 à Psicólogos e Psicopedagogos da Teologia:

 

PONTOS POSITIVOS

PONTOS NEGATIVOS

Altruísmo – abnegação

                 - gratuidade

                 - tolerância

Individualismo (egoísmo, competitividade, carreirismo)

Autenticidade – confiabilidade

                        - transparência

                        - coerência

Perversão (arrogância, afetividade;sexualidade desintegrada, exibicionismo)

Resiliencia – espírito missionário

                   - espírito coletivo

Fragmentação do ser ( religiosidade infantil / neurótico e obediência cega).

 

 

GRUPO 3 à Formadores do Propedêutico

 

PONTOS POSITIVOS

PONTOS NEGATIVOS

Se deixar guiar

Apadrinhamento por parte dos padres

Esperançosos

Introversão

Trabalhar em equipe

Fraca formação inclusive na iniciação cristã.

 

 

 

GRUPO 4 à Formadores da Filosofia e Teologia:

PONTOS POSITIVOS

PONTOS NEGATIVOS

Capacidade de liderar

Falta  de abertura às mudanças

Criatividade empreendedora

Dificuldade de adaptação a mudança da equipe de formadores

Capacidade de falar verdadeiramente

Pessimismo diante dos fracassos

Facilidade de adaptação físico

Impermeáveis se julgando preparados suficientemente para não receber orientações

Harmonia nos relacionamentos interpessoais

Formação de grupos de afinidade: intelectual, litúrgico, pastoral e grupos afetivos.

 

Capacidade de auto-estima

 

 

Na explicação dos tópicos dos grupos acima, vemos que os psicólogos e psicopedagogos percebem os traços de personalidade, do processo que os formadores olham a postura cotidiana em vista da visão de padre que a equipe formadora possui.

 

            PERIODO DA NOITE

            No período da noite houve uma confraternização (churrasco) onde de forma agradável todos descontraíram e reafirmaram os laços de amizade criados nos encontros.

 

 

            Dia 15:

            Celebramos a missa às 7 horas e logo após tomamos o café da manhã. Às 8h30min deu-se início ao último trabalho do encontro: conclusões por parte do assessor, considerações da assembléia, entrega dos certificados e comunicados da OSIB.

            O encontro foi encerrado com o almoço.

 

            Equipe de redação:

 

Cláudia Regina Vasconcelos B. Leite, Psicopedagoga, Diocese de Uruaçu-GO

Gleciene Moreira Borges, Psicóloga, Diocese de Uruaçu-GO

Pe. Lucas Rosa da Silva, Reitor da Filosofia, Diocese de São José dos Campos-SP

 

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OSIB – ORGANIZAÇÃO DOS SEMINÁRIOS E INSTITUTOS DO BRASIL

 

VII ENCONTRO NACIONAL DE FORMADORES, PSICÓLOGOS E PSICOPEDAGOGOS

 

12 a 15 de Maio de 2011

 

LISTA DE PARTICIPANTES

 

PARTICIPANTES

E-MAIS

01

Rose-Meiry Nunes Nascimento – Goiânia-GO

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02

Marta MariaMiranda

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03

Neusa Maria O. Figueiredo -    Cabo Verde-MG

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04

Diácono Arisio Moreira Taylor Junior  - Rio de Janeiro-RJ

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05

Pe. Leandro de Souza Câmara - Rio de Janeiro-RJ

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06

Luciana Bezerra Pinheiro Barbosa   - Palmas-TO

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07

Eduardo Augusto Galindo de Lima

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08

Anna Carolina Carbonaro dos Santos Cassoli  - Palmas -TO

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09

Adriana dos Santos S. Batagin – Sta Barbara do Oeste

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10

Pe. Sebastião Fernandes Daniel     - Campinas-SP

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11

Pe. Fábio Evaristo Resende Silva

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12

Pe. Adenilton Braz de Godoi

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13

Tatiene Ciribelli Santos   -  Juiz de Fora-MG

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14

Lúcia Helena Furtado Moura    -  Juiz de Fora-MG

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15

Pe. Nei Angelo Furtado Moura  -  Juiz de Fora-MG

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16

Reginaldo Alves Campoe

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17

Pe. Mauricio Marques da Silva  - Guaxupé - MG

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18

Lidiane Teles de Amorim  - Lábrea -AM

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19

Patricia Minari Silva   - S.J. Campos-SP

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20

Silvia Garcia Silva Vilela 

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21

Pe. Samuel Moreira Camargo

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22

Rita de Cácia Ramos da Silva  - Brasília-DF

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23

Pe. Anderson Pina Santos     Aracajú-SE

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24

Pe. Carlos Antonio Granda de Souza   - Ilhéus -BA

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25

Pe. José Carlos (Escolápios)   Serra-ES

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26

Irineu Fracalossi     Porto Velho-RO

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27

Pe. Clóvis Hernandes  - Umuarama-PR

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28

Pe. João Mendes Pereira Filho  - Umuarama-PR

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29

Ivânia Fátima de Carvalho Moura  -  São João Del Rei-MG

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30

Regina Célia Vaz Ribeiro Gonçalves  -  Divinópolis -MG

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31

Magda Cristina da Silva Rocha    Belo Horizonte-MG

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32

Antonio Carlos Basilio Vieira   - Oliveira -MG

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33

Gleciene Moreira Borges  -  Uruaçu-GO

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34

Cláudia Regina Vasconcelos Bertoso Leite  - Uruaçu-GO

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35

Pe. Lucas Rosa da Silva  - S. J. Campos-SP

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36

Pe. José Fábio de Sena   - Uruaçu-GO

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37

Wagner Miranda de Moura  -  Piracicaba-SP

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38

Pe. Paulo André Ceo Rosa  - Jundiaí-SP

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39

Pe. Elisvaldo Cardoso  - Imperatriz -MA

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40

Andréia Ribeiro da Silva – São Paulo-SP

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Pe. Victor Hugo  - Aparecida-SP

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